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domingo, 20 de fevereiro de 2011

O Machistador

Eu tenho mania que sou bom
Na verdade alimento o pompom
Não tenho idade da razão
mas sou um rapazão

Comercializo unicamente a ilusão
fechado como uma prisão
O meu ego está no olhar
Das minhas vÍtimas ao ajoelhar
Alimento a paródia
Ó rapariga baldia

Eu tenho mania que sou bom
Na verdade alimento o pompom
Não tenho idade da razão
Mas sou um rapazão

Abuso e confundo
Baralho e abandono
Mas quem disse enganador?
Sou o verdadeiro Machistador!
Até porque não sei que o último vencedor...
É quem é açoitador.
;-)





terça-feira, 16 de novembro de 2010

Simplesmente...

Neste post irei falar na primeira pessoa. Nós damos o valor às coisas que queremos dar. Hoje, posso dizer que tenho os melhores filhos do mundo, a melhor família do mundo e os melhores amigos do mundo. O meu coração está cheio de coisas boas, de sentimentos bons e de felicidade. Tenho simplesmente muita sorte. Dar o valor certo ao que nos rodeia. Não procurar o que não temos ou que nos faz mal e provoca tristeza . A felicidade não é de facto um acontecimento mas sim o estado de espírito. Saber encarar o lado positivo dos acontecimentos, interpretar com um sorriso e tornar os factos de maneira a serem agradáveis. Hoje recebi a mais valiosa das prendas, um testemunho de amor, de carinho, de afecto e um magnífico papel que não tem preço. Vale mais do que todo o ouro do mundo. Vou transcrever tal igual como eu o recebi.


 Ele diz:
-Mãe eu gostava de te dar mais do que este papel mas não posso portanto eu adoro-te és querida. Eu voute fazer uma quadra. ;) ;)
Mãe querida
fazes hoje anos
eu estou feliz
e sou o teu aprendiz
Hoje fazes anos
mãe querida
estou muito contente
eu sou o teu argente
Era uma ves
uma mãe muito querida
gostava de nós
e era fofinha

Para ti mãe querida adoro-te


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Verdade verdadeira

A Sónia ouve as histórias todas das suas amigas e depois de perder esperança volta a acreditar no amor. O que ela procura é especial, é raro. Alias, acho que ela nem procura. Já se convenceu que é quase impossível. Mas pronto, conforma-se. Pode ser que acontece. Ela queria um amor onde tudo seja verdadeiro e sincero. Uma espécie de melhor amigo com desejo ardente. A mesma relação que ela tem com as amigas onde se dizem tudo sem vergonha, sem medo. É que com os convívios, os amigos e o que se passa a volta dela, ela já se apercebeu que ninguém tem o que ela quer. Entre os amigos casados que se comem uns aos outros, “os amigos” que no fundo só querem a comer e os outros, os frustrados, os infelizes, os conformados, os calados, os mentirosos, etc. Ela chegou à conclusão que quase todos os casais mentem-se. Por medo de magoar, de desiludir, de deixar de ser amado, de assumir os pensamentos, receio do conflito, da separação, para se proteger, para se libertar ou o simples facto de omitir de dizer. Enfim, toda gente mente.






segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

bem bem bem...

Em um mês, vi doença bipolar ou esquizofrenia (pelo menos fiquei a saber que têm origem genética comum) tal igual a uma cena de teatro que bem conheço e que se chama "O que não vi", felicidade maternal bem como tortura, chantagem afectivo e emocional de adulto para crianças, violência verbal e repetitiva (sim, sim, hoje em dia!), amizade decepcionante que se torna sofrimento por incompreensão das relações de amizade e do que se espera, em contra partida, prova de amor e de interesse de outros amigos. Em um mês viajei mais que os últimos anos de casada, já sei dizer NÃO ao sofrimento e a estupidez humana (sim, sim, já consigo!)´. Ganhei vitória de combate desleal de bicharada, fiquei sem perceber um início de amizade, interesse, troca masculina - feminina que me tornava feliz, vejo que afinal o tempo não cura tudo mas sim pode piorar, que um amigo muito especial ainda existe e ainda é especial pelo facto de ser amigo e presente quando se lembra de ser alma de boa gente e me permitir bem-estar, que acho que começo a conhecer-me melhor e que sabe bem. Em um mês, vi a miséria, vi o sofrimento, vi a merda, vi a felicidade, vi um sorriso, vi o medo, vi o lobo mau, vi a inocência, vi o que é bom, vi a partilha e o fim. Até vi o meu carro encurralado por um amigo Testemunho de Jeová de lado e pelo Padre Católico daqui Por trás (sim, sim enquanto ele estava a trabalhar numa igreja e a fazer a missa fiquei trancada de carro! ---Ps: Preciso que a indicação religiosa não tem de ser sublinhada mas aqui só pela cena "cómico-drámatica" da situação achei pertinete indicá-lo!).




Cá estou, e estarei. Eu amo a vida.:) E que venha 2010! Feliz e boa qualquer coisa a toda gente que quer receber!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009